6 perguntas sobre o “Bestiário Maçónico”, o último livro de Luis de Matos

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De onde surgiu a ideia de fazer uma compilação dos animais simbólicos presentes nos ritos Maçónicos?

Já foi há uns anos. Estava a estudar o simbolismo do Leão, porque faz parte central do Rito Escocês Rectificado, que me interessa especialmente. Há muitos dicionários maçónicos e simbólicos, mas a maioria das vezes não ajudam muito. Por exemplo, em quase todos os casos, relativamente ao Leão, referiam que estava num quadro do 4º grau do Rito Escocês Rectificado, junto a uma legenda em latim. Ora, isso já eu sabia. Era por isso que procurava o significado… Era como ir a um guichet de informações perguntar como chegar ao Rossio e dizerem que fica na Praça D. Pedro IV, também conhecido como Rossio, bastando para tal dirigir-me ao Rossio!… Outros dicionários entravam na vertente alquímica, com a relação entre o Leão e os ácidos. Certo, certo. Mas é na Maçonaria? De onde aparece. O que significa? Que motivo levou a que fosse ali colocado? O livro surge então numa tentativa de responder a esta questão. Aos poucos começaram a aparecer outros animais e, puxando pelo fio, fui encontrando mais e mais. No início ainda pensei que já haveriam Bestiários Maçónicos publicados. Há uma sólida tradição de Bestiários Medievais muito interessantes, quer do ponto de vista lendário, quer iconográfico. Mas não encontrei, quer em Portugal, quer nos estrangeiro, nenhum que fizesse a lista dos animais que aparecem nos rituais da Maçonaria e o seu significado. Isso tornou o projecto ainda mais aliciante. Depois falei com o pintor Pedro Espanhol, desafiando-o a criar uma sequência de quadros sobre o mesmo assunto, visto da sua perspectiva muito única. A capa do livro faz parte dessa sequência. No fundo é um contributo muito simples e muito inicial para uma área de estudo ainda não sistematizada. Espero que o livro inspire outros autores a ampliarem não só a lista de animais, como o seu significado. Fica o convite.

Os rituais maçónicos referem assim tantos animais, que cheguem para um livro?

Sim. De facto inicialmente pensei em fazer apenas um artigo de fundo para alguma das publicações em que colaboro. Mas este trabalho obrigou-me a voltar à sequência de graus dos muitos sistemas de ritos e altos graus da Maçonaria. Muitos não são praticados em Portugal. Outros já não estão em uso em nenhum lugar do mundo. Foram muitos meses a decifrar rituais, imagens, esquemas simbólicos, catecismos de graus, manuscritos. Aos poucos apareciam os animais. O livro refere 32 diferentes, a que se acrescentam 3 ordens de seres sagrados, além de fazer um estudo acerca da evolução dos Altos Graus maçónicos e do uso de animais como artifício simbólico. Quando dei por mim, estavam escritas quase 300 páginas. Tivemos de usar um formato de livro maior, não apenas por causa das ilustrações, como pelo texto, conseguindo reduzir assim a 250 páginas. Durante os últimos anos trabalhei para uma empresa americana de videojogos e as longas viagens de avião sobre o Atlântico e na Europa foram uma constante. Uma porção significativa do livro foi escrita em aeroportos à espera do voo e no ar! A revisão final foi feita em tempo de retiro próximo de Tomar.  Ainda assim é o livro mais volumosos que escrevi até agora.

Quais são os animais mais conhecidos usados simbolicamente nos graus maçónicos?

O Rito Escocês Antigo e Aceite apresenta dois que quase todos leitores reconhecerão de imediato: o Pelicano e a Águia Bicéfala. São símbolos tão antigos e tão polissémicos que os encontramos em muitos outros contextos. O Pelicano, por exemplo, é o símbolo do Montepio Geral, instituição criada por maçons no século XIX. Já a Águia Bicéfala aparece como símbolo proeminente na Igreja Ortodoxa, sendo frequente vê-la coroando cúpulas na Rússia. O símbolo tem um significado arquetípico, que é o seu eixo simbólico. Depois tem um significado contextual, dependendo de como é usado relativamente a outros símbolos. Os ritos maçónicos tomam muitas vezes o significado arquetípico e depois expressam mensagens simbólicas própria nos diversos graus. Um exemplo é o Cordeiro, usado frequentemente. Em alguns casos, como no Rito Escocês Antigo e Aceite, aparece como o animal que repousa sobre o livro lacrado com os Sete Selos, tal como referido no Apocalipse. Noutros, como no caso do Rito Escocês Rectificado, aparece em glória, com o estandarte da Jerusalém Celeste. O Rito de Mamphis-Mizraim, de inspiração Egípcia, vai igualmente buscar vários animais, entre eles a Fénix, símbolo da imortalidade. Já referi o Leão, podia ainda referir a Abelha com o a sua colmeia e a Serpente, que encontramos muitas vezes na rica iconografia de aventais setecentistas, em quadros de Loja e outras fontes mais efémeras, como convocatórias aos trabalhos, circulares, diplomas, jóias distintivas, etc.

Sendo o simbolismo maçónico essencialmente geométrico, porque recorreram os maçons ao simbolismo animal?

O simbolismo geométrico e arquitectónico é a base de todo o simbolismo maçónico. Ele é usado para expressar as leis que governam o Universo e enquadrar o Homem na criação como um ser que participa de uma dada ordem das coisas. “Ordo ab Caos”, motto presente no Rito Escocês Antigo e Aceite, reafirma essa noção. Deste modo, a geometria, imutável e baseada em princípios verificáveis e constantes, dá um vislumbre sobre o Universo. Mas o processo iniciático, de aperfeiçoamento e melhoramento interior, tem como objecto o Homem. E ele é totalmente fluido e volátil. Está em permanente mudança, mimetizando-se em “pessoas” distintas ao longo da sua vida e enfrentando dentro de si versões rebeldes e desobedientes de si mesmo. Quem já tentou deixar de fumar sabe que é assim. Quem já se deu por si em situações – boas ou más – sem que percebesse como ali chegou, sabe que há camadas ou níveis de consciência de si mesmo e das decisões sobre si mesmo que variam com o tempo, o lugar e o contexto. Umas vezes esse “eu consciente” é suficientemente capaz de tomar decisões racionais. Outras vezes é obscurecido, num processo de eclipse, por um outro “eu”, menos racional, que tendencialmente toma decisões ligadas à herança animal que carregamos em virtude da evolução que levamos neste planeta. São decisões instintivas, que fazem um by-pass à racionalidade. E em geral são essas que nos conduzem a intermináveis problemas. Ora, desde há muitas gerações que essa natureza animal, inconsciente e maioritariamente instintiva, é simbolizada por animais. Todos sabemos que Ricardo Coração de Leão não era um cobarde. Todos sabemos que Cristo é “o Cordeiro de Deus”. Todos queremos que o nosso jogador de futebol favorito seja “uma fera”, mas sabemos bem que, quando as coisas correm mal, “os ratos são sempre os primeiros a abandonar o navio”. A tradição de usar os animais como metáforas e, em seu redor, construir alegorias sobre o comportamento humano, é longa e antiga e a Maçonaria foi beber a essa fonte tradicional.

Houve algum animal que o surpreendesse?

Sim. Eu sabia que o simbolismo da Serpente era muito versátil e muito usado em todo o tipo de contextos. Contudo não esperava encontrar tanto material simbólico à minha disposição. A imagem que transparece da maneira como a Serpente  foi usada simbolicamente surpreendeu-me. Bastará dizer que ela, ao mesmo tempo, é temida pelo veneno mortal e usada como símbolo da farmácia… Doença, morte e cura ao mesmo tempo. É o animal que acompanha os sábios e que é esmagado como o mal absoluto pelos santos. Essa contradição aparente é muito interessante. Surpreendeu-me também o uso da Borboleta no 5º grau do Rito Escocês Antigo e Aceite. É associada ao sopro vital que é exalado pelo Mestre Hiram ao morrer. A imagem é muito poética e em algumas jurisdições – em Portugal este grau é comunicado e não praticado – é cantado um Hino Fúnebre muito inspirador, que publico no livro.

 

O que pode o leitor aprender com este Bestiário?

O leitor em geral pode perceber como e porquê os animais foram usados como símbolo desde tempos imemoriais para transmitir alegorias sobre o comportamento humano inconsciente. Todos os que se interessam por simbolismo, em qualquer vertente, têm aqui muito que explorar. Quem se interessa pela condição humana e pelos seus desafios civilizacionais, culturais, religiosos ou espirituais, poderá enquadrar muitos deles pelo modo como os animais foram usados para os melhor definir. A superação de cada indivíduo, a busca da consciência universal, o domínio de si mesmo, a ligação à natureza cada vez mais afastada e perdida, a responsabilidade da espécie humana no contexto de todas as outras espécies como um cuidador, entre outros temas, encontram no Bestiário Maçónico amplo material de estudo. Para o leitor que, além de se interessar por simbolismo, seja maçon, o livro é um guia acerca de uma categoria simbólica particularmente ignorada e, embora presente nos rituais e profundamente importante para a compreensão da Ordem, raramente abordada no seu todo. Nem tudo são compassos e esquadros!…

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“Bestiário Maçónico”, por Luis C. Matos

Edições Nihil Obstat

Preço: 24,50€  19,95 € (até 30 de Novembro 2015)

Mais informações e encomenda de exemplares: Emial para ihshi@mail.com

Lançamento na Casa do Fauno

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No dia 10 de Outubro lá estive na Casa do Fauno, em Sintra, para apresentar o meu último livro. Foi uma sessão muito concorrida e longa porque o público não me deixava avançar, à medida que íamos explorando os mistérios Templários ligados com Portugal. Dei espaço para que todos pudessem contar o que tinham lido sobre o tema, de modo a bem estabelecer se o que trazia agora a público era coisa nova ou se estávamos a requentar o que já todos sabemos há tanto tempo! E, ao que parece, os que estiveram presentes gostaram das novidade. Eu pessoalmente achei um dos lançamentos mais tranquilos que tive. Desde já agradeço a todos.

Entretanto, os livros disponíveis no dia, acabados de chegar da Amazon onde foram impressos, continham algumas gralhas que me irritaram a tarde toda! Algumas eram só letras trocadas, mas há dois mistypes (que acontecem quando estamos a pensar uma coisa e escrevemos outra). Então não é que 1415 dada como a data de conquista de Goa, quando é obviamente Ceuta! Irra!

Sabedor destes detalhes, prometi aos meus leitores que, se encontrassem as grelhas, ou melhor, as gralhas, se elas os irritassem também, que me mandassem um mail que eu substituiria o livro de borla pelos exemplares limpos. Não quero que fiquem com cópias e depois apareçam no Ebay em 2084 a um preço exorbitante devido à raridade!

Podem ver na minha agenda onde me encontrar a seguir se quiserem assistir a mais apresentações do livro.

Novo Livro – Breve Memória Sobre a Ordem do Templo em Portugal

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FICHA DA OBRA

Título: “Breve Memória Sobre a Ordem do Templo em Portugal – Seguida de Outros Textos”
Data de Lançamento: 17 de Outubro
Preço de lançamento: 14,95 €
Pedidos: ihshi@mail.com

 

Em 1996 escrevi e publiquei algumas reflexões acerca da Ordem do Templo e de Portugal num artigo entretanto esgotadíssimo. Passadas quase duas décadas é agora tempo de recuperar essa reflexão, fazer as devidas actualizações e acrescentar mais alguns dados que entretanto me vão chegando.

Quando me iniciei no Jornal Quinto Império, de que fui co-fundador em 1991, ainda pouco se escrevia sobre este assunto, excepção feita aos clássicos António Quadros, Dalila Pereira da Costa, Manuel Gandra ou Lima de Freitas, entre outros de raro corte . Contudo, desde então temos assistido a uma profusão de textos e ensaios que colocaram o tema Templário e a nacionalidade em plano de destaque. Hoje há muitos fios por onde puxar e desenrolar esse novelo extraordinário de história e mito. Basta ser curioso e procurar.

O que me motivou a regressar ao tema, agora que parece estar tudo dito, é o facto de haverem alguns aspectos da história e do mito que são pouco tratados e que, no meu entender, são centrais. Deste modo convido os meus leitores a mergulharem de novo numa viagem ao passado mítico e a revisitar Portugal e os Templários.

Luis C. Matos

Pérolas aos Poucos I – O que não se vê

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E assim foi o primeiro programa. Ligeiro e fácil. Pode seguir-se online clicando na imagem acima. Eis alguns momentos para os que ainda não viram:

Episódio I – O que não se vê

Alexandre Honrado (AH): A vida não é silenciosa.

Luis de Matos (LM): A vida não é silenciosa… Mas não precisamos de procurar esse silêncio de vez em quando? Quando é que podemos ouvir a nossa voz interior para…

AH: (interrompendo) Precisamos para compensação, mas nunca é completamente silenciosa.

LM: Eu ia mais longe, acho que precisamos [do silêncio] para nos ouvirmos a nós mesmos. Quantas vezes a nossa corrente de pensamento é condicionada pelo que é exterior? Por esse ruído… Não se expressa sozinha.

(…)

AH: O Kant falava de uma coisa extraordinária, nós e o nosso imperativo categórico. Aquilo que para nós é irrefutável e que nós nem percebemos porque é que em nós está tão definido. Essa voz interior não é esse imperativo? Não é qualquer coisa tão categórica que tu tens de escutar de vez em quando senão não te entendes e não consegues ir em frente?

LM: Pode ser categórica, mas também pode abrir caminhos subjectivos.

AH: Menos categórica?

LM: Menos categórica. Acho que é a voz que os poetas às vezes ouvem.  (…) A vivência do silêncio é importante porque damos valor à expressão.  Cada vez que vamos quebrar o silêncio tem que ser por algo que valha realmente a pena.

(…)

AH: Portanto estamos aqui no campo da abstracção. No da capacidade de criar, porque nós só conseguimos criar se nos conseguirmos abstrair do que está à volta. Estamos aqui num espaço imaterial.

LM: Na minha opinião não é possível criar sem… a criação é sempre objectiva, é sempre física, eu desenho uma linha e é “a linha”. Mas antes de ser linha podia ser tudo. Ela tem de ser, antes de mais, abstracção. Tem de ser todas as possibilidades das quais selecciono uma para plasmar no papel, para plasmar na obra ou numa escultura… ou no livro que escrevemos. Antes de começar a escrever um livro eu nunca sei como é que vai acabar. Eu nem sei como é que vai começar!

AH: Sim, sim! Não sentes que às vezes o livro te comanda?

LM: Ah! Quantas vezes!

AH: E que te diz: “é por aqui que eu quero ir, não vou por outro lado e vamos acabar assim os dois”?

LM: Mas esse é o prazer de escrever.

AH: Eu sinto isso.

LM: Eu tenho um prazer enorme quando tenho realmente um bocadinho de tempo (…), que me sento [e penso]: “onde é que isto me vai levar hoje”? E rio-me à gargalhada porque são coisas que eu nunca pensaria [por mim mesmo].

AH: E voltas atrás? Agora que já fizeste cem páginas, não tens necessidade de ver “onde é que este personagem começou?”, “o que é que ele me disse aqui atrás?”

LM: Sim, à vezes, porque eles se tornam incoerentes. Eu sou um bocado incoerente. Então eles tornam-se incoerentes. À medida que vão andando na história e que vão criando novas situações, eu não consigo limitá-los demasiado. Porque senão eram fórmulas, não é? E escrever com fórmulas, como por exemplo Dan Brown, em que as personagens são formuladas e etiquetadas do princípio ao fim, e não há uma variação…

AH: (interrompendo) Mas estás a escrever um livro, não está a escrever um “Dan Brown”, espero…

LM: Não, não. Enfim, tem os seus mistérios, tem as suas maçonarias pelo meio… Mas eu tenho necessidade que a personagem evolua. Não gosto de etiquetá-lo. Por isso tenho de voltar atrás.

AH: Tens essa ideia da linha do tempo, em que o personagem também evolui à medida que conta a sua própria história. Vai envelhecendo contigo dentro do livro, é isso?

LM: Às vezes vai maturando, mais do que envelhecendo. Porque vai pensando em coisas que não tinha pensado até ali que, claro, vêm da nossa experiência pessoal que podemos distribuir por várias personagens, ou da experiência do mundo que vemos à nossa volta. Podemos distribui-la pelas várias personagens. Eu às vezes fico um pouco atrapalhado porque noto que escrevi algo que me apercebi de amigos meus e não fui capaz em conversa…

AH: Roubaste-lhes algum alguma coisa que colocaste numa personagem de ficção…

LM: Sem querer. Sempre sem querer. E quando leio digo “mas isto parece quase aquilo que eu tenho em intuição sobre um amigo, mas que não lhe disse”. Então sinto-me muito culpado e peço para lhe ler. “Tenho de te ler uma coisa”. (ri-se)

AH: E depois aparece o teu amigo João e diz: “Este personagem chamado João, serei eu?”

LM: “Serei eu”?!

AH: “Não, não, isto é ficção!”

Ambos se riem.

(Continua…)

Leitura Prévia Gratuita – A Profecia da Senhora da Pena

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Este Verão vou aceitar um novo desafio!

Depois de ter escrito sobre Maçonaria, Templários, Cristianismo e tantas outras coisas, vou escrever a primeira novela de ficção. Trata-se de “A Profecia da Senhora da Pena”, uma história acerca do mistério que rodeia as obras de restauro da capela da Senhora da Pena em Sintra, depois de um tremor de terra. Há subterrâneos, há heróis e vilões, há romance, há relíquias, há profecias e mistérios. E há o Palácio da Pena!

De momento terminei a 1ª parte de 3 e estou contente com o resultado. Ainda ninguém leu.

Gostava de contar convosco para darem uma espreitadela e dizerem o que pensam. Fala de Sintra. De momento não digo mais. Já tenho disponível um pdf online protegido por password e quem quiser ler só tem de a pedir. É de borla!

Depois eu mando mais novidades.

Alguém quer ajudar?

Podem pedir o password para: luiscarlosmatos@mail.com

Quero Saber – Maçonaria

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O segundo volume da colecção “Quero Saber” debruça-se sobre a Maçonaria. A Ordem Maçónica tem sido muito discutida na imprensa e é muitas vezes envolvida nas mais estranhas teorias da conspiração. Há muitos livros que nos falam do ocultismo por detrás da Maçonaria, dos rituais exóticos, dos segredos e dos símbolos. No entanto, há pouco material de referência que explique claramente o modo como a Ordem Maçónica se tem desenvolvido e a sua presença no mundo actual. Afinal porque é que alguns se dizem “regulares” e outros “agnósticos”? A Maçonaria é exclusivamente masculina? Quais são as diferenças entre cada uma das correntes, quer na sua filosofia de base, quer na sua acção na sociedade? Quantos são os Maçons? Quais são a mais de uma dezena de Obediências diferentes que trabalham em Portugal nos dias de hoje? O que é uma Loja? O que se passa numa Loja? O que é um Rito? É verdade que o basquetebolista da NBA Shaquille O’Neal e Michael Richards, o Kramer de Seinfield, são Maçons?

Este guia ajuda-nos a conhecer a história da Maçonaria e das suas várias correntes, desde o tempo das guildas medievais até às múltiplas Obediências modernas. Pela primeira vez toda a Maçonaria Portuguesa é listada e colocada no seu contexto, com diagramas simples e claros.

PREÇO EM PRE-ORDER: 11,95 €

(Só até 17 de Abril)

Para pedidos por email e transferência bancária ou pagamento por Multibanco, por favor mandar um email para: ihshi@mail.com